A Cooperativa de Trabalho para o Desenvolvimento Sustentável do Alto Oeste Potiguar - CODESAOP, foi selecionada através de Chamada Pública para PRESTAR SERVIÇOS DE ATER no âmbito do Programa Brasil sem Miséria, através do Ministério do Desenvolvimento Agrário. O atendimento se dará a 80 famílias em situação de extrema pobreza nos municípios de Riacho da Cruz, Portalegre, Frutuoso Gomes, Marcelino Vieira, Paraná, Encanto, Dr. Severiano, Cel. João Pesso, Venha Ver e 160 famílias em Luis Gomes. Esse trabalho irá COROAR os DEZ anos de atuação da CODESAOP na implementação de políticas públicas potencializadoras do DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO TERRITÓRIO DO ALTO OESTE POTIGUAR. A CAMINHADA É LONGA E ÁRDUA PARA OS QUE TRABALHAM, MAS SEMPRE VITORIOSA. A DEUS TODA HONRA E TODA GLÓRIA!
Este espaço democrático de comunicação se dispõe a discutir temas de interesse do desenvolvimento sustentável do nosso município, bem como dar visibilidade a imagens e fatos que possam contribuir para o engradecimento do mesmo. Estamos abertos a ouvir, refletir, discutir e propagar qualquer idéias e pensamentos que se proponham a participar do mesmo. "QUEM NASCE ENTRE SERRAS TEM QUE VIRAR ONÇA PARA NÃO SER DEVORADO" Dr. Paulo Lopo Saraiva
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
BRASIL SEM MISÉRIA. O ESTADO CHEGANDO AONDE A POBREZA ESTÁ, LEVANDO DIGNIDADE, NÃO ESMOLAS OU FAVORES.

Nos últimos anos, o governo do Brasil se aproximou, como nunca, dos mais pobres. Assim, 28 milhões de brasileiros saíram da pobreza absoluta e 36 milhões entraram na classe média.
Mesmo com este esforço, 16 milhões de pessoas ainda permanecem na pobreza extrema. Entre outros motivos, porque há uma pobreza tão pobre que dificilmente é alcançada pela ação do Estado. Ela como quê se esconde, perdida em grotões longínquos do nosso imenso território ou em zonas segregadas das grandes cidades.
São pessoas tão desamparadas que não conseguiram se inscrever, até mesmo, em programas sociais bastante conhecidos, como o Bolsa Família. Muito menos ter acesso a serviços essenciais como água, luz, educação, saúde e moradia.
O Plano Brasil Sem Miséria foi criado exatamente para ir aonde elas estão. Para romper barreiras sociais, políticas, econômicas e culturais que segregam pessoas e regiões.
Entre outras coisas, vai identificar e inscrever pessoas que precisam e ainda não recebem o Bolsa Família. E ajudar, quem já recebe, a buscar outras formas de renda e melhorar suas condições de vida.
Para isso, desenvolveu uma nova estratégia, chamada "Busca Ativa", e está montando o mais completo Mapa da Pobreza no país. Um mapa onde a pobreza não é apenas um número: ela tem nome, endereço e sobrenome.
O Brasil Sem Miséria também está desenhando um Mapa Nacional de Oportunidades, identificando os meios mais eficientes para estas pessoas melhorarem de vida.
Só assim os nossos olhos, e o braço do Estado, vão alcançar aquela pobreza tão pobre que a miséria quase a faz invisível.
Assim, todo o país vai sair lucrando, pois cada pessoa que sai da miséria é um novo produtor, um novo consumidor e, antes de tudo, um novo brasileiro disposto a construir um novo Brasil, mais justo e mais humano.
Sem Miséria no Campo
No campo, onde se encontra 47% do público do plano, a prioridade é aumentar a produção do agricultor através de orientação e acompanhamento técnico, oferta de insumos e água. Conheça agora algumas das principais estratégias do Brasil Sem Miséria no meio rural.
Assistência Técnica
Os agricultores mais pobres terão acompanhamento continuado e individualizado por equipes profissionais contratadas prioritariamente na região pelo Governo Federal. Cada grupo de mil famílias terá a assistência de um técnico de nível superior e de dez técnicos de nível médio. Uma parceria com universidades e a Embrapa vai introduzir tecnologias apropriadas a cada família e, com isso, aumentar a produção.
Fomento e Sementes
O Brasil Sem Miséria vai apoiar famílias extremamente pobres na produção de alimentos e na comercialização da produção. Cada família receberá um fomento a fundo perdido de R$ 2.400, pagos em parcelas semestrais, durante dois anos, para adquirir insumos e equipamentos. Até 2014, serão atendidas 250 mil famílias. O plano prevê outras ações complementares ao fomento, como a oferta de sementes da Embrapa e tecnologias apropriadas para cada região.
Programa Água para Todos
A meta, aqui, é atender 750 mil famílias com a construção de cisternas e sistemas simplificados coletivos. Além disso, milhares de famílias serão beneficiadas por sistemas de água voltados para a produção.
Acesso aos mercados
Programa de Aquisição de Alimentos (PAA)
O PAA é um dos programas mais eficazes na ampliação do mercado do pequeno agricultor. Através dele, o Governo Federal compra a produção para doá-la a entidades assistenciais ou para a formação de estoques. Com o Brasil Sem Miséria, o PAA será consideravelmente ampliado. Se hoje ele atende a 66 mil famílias em situação de extrema pobreza, até 2014 beneficiará 255 mil.
Compra da Produção
Outra ação prevista é a ampliação das compras públicas para hospitais, universidades, presídios, creches e também para a rede privada de abastecimento, como supermercados e restaurantes, que passarão a contar com a produção dos agricultores mais pobres.
ESSE TRABALHO NOS REALIZARÁ COMO PROFISSIONAIS, MAS MUITO MAIS COMO CIDADÃOS, PESSOAS COMPROMETIDAS COM ESTA CAUSA. Como Disse Josué de Castro "A miséria depois de um certo tempo não incomoda mais, principalmente se você FICAR SÓ OLHANDO". Vamos a AÇÃO.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
SITUAÇÃO DE FOME NO MUNDO É PREOCUPANTE. ALERTA FAO

Brasília – Representantes da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) e do Programa Alimentar Mundial (PAM) advertiram nesta terça-feira 18 a comunidade internacional sobre a situação da fome no mundo, considerada por eles alarmante e dramática. Para os especialistas, a situação se agrava com o crescimento da população mundial e a elevação constante dos preços dos alimentos. A região que mais sofre no mundo é a conhecida como Chifre da África onde está a Somália.
“Uma em cada sete pessoas no mundo vai para a cama com fome, na maioria mulheres e crianças”, disse a diretora da representação do PAM em Genebra (Suíça), Lauren Landis, no seminário intitulado Lutar Juntos Contra a Fome. “A fome mata anualmente mais pessoas do que o vírus que transmite a Aids, a malária e a tuberculose”, acrescentou.
No período de 2005 a 2008, os preços dos alimentos atingiram o nível mais elevado dos últimos 30 anos. Os alimentos mais afetados são o milho e o arroz. “A situação assumiu proporções dramáticas a partir de 2008, quando os preços alcançaram um pico histórico e quase duplicaram num período de três a quatro anos”, disse o diretor da FAO em Genebra, Abdessalam Ould Ahmed.
Ahmed acrescentou ainda que a situação atual é “mais dramática” porque o aumento dos preços dos alimentos ocorre no mesmo momento do agravamento da crise econômica internacional.
Para ele, a elevação dos preços é uma consequência, entre outros fatores, do aumento substancial da população mundial. “Cada ano existem no mundo mais 80 milhões de bocas para alimentar”, disse Ahmed.
*Matéria originalmente publicada em Agência Brasil
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
REFLETIR PARA DISCERNIR IMPARCIALIDADE DE SUBMISSÃO

Podemos conceituar o termo Imparcialidade como, aquele que não tende a lado nenhum; neutro, juiz imparcial, justo, reto e equitativo.
- Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: LIII - ninguém será processado nem sentenciado senão pela autoridade competente, considerando-se como tal juiz imparcial e independente. (artigo cinco da Constituição Federal brasileira de 1988).
Essa é a definição que postulo, ao publicar cada postagem nesse meio virtual de comunicação e interação social denominado blog. No âmbito da justiça, quando o magistrado condena o Réu, ele está aplicando a lei em benefício do justo. Na politica, ao efetuar uma denuncia ou criticar determinado governo, o cidadão está cobrando seus direitos e praticando a liberdade de expressão. Não gostou da atitude anterior? Pois vá à escola mais próxima leia um livro de alfabetização histórica social e fique atualizado no tempo.
Enquanto isso, dentro de uma caverna escura, pobre de conhecimento e rico em ilusão, está o conservador, seu nome é "dominado" o sobrenome "submissão", você não tem voz, pois o vendedor de utopias já comprou sua consciência, enxerga a chama do iluminismo, mas por medo é apenas um alienado omisso ao que se ver.
Sendo assim, caro "Dominado Submisso" a escolha é sua, pense, critique e exponha, mas só elabore argumentos quando for capaz de falar a verdade.
Autor: Alyson Waldvorgem Pinheiro Vieira/Administrador do Blog José da Penha Transparente.