Este espaço democrático de comunicação se dispõe a discutir temas de interesse do desenvolvimento sustentável do nosso município, bem como dar visibilidade a imagens e fatos que possam contribuir para o engradecimento do mesmo. Estamos abertos a ouvir, refletir, discutir e propagar qualquer idéias e pensamentos que se proponham a participar do mesmo. "QUEM NASCE ENTRE SERRAS TEM QUE VIRAR ONÇA PARA NÃO SER DEVORADO" Dr. Paulo Lopo Saraiva
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
CRIANÇAS PREMIADAS PELO PROJETO CRIANÇA CIDADÃ
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
PARTICIPAÇÃO POPULAR NO CONTROLE DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

Existem várias previsões legais de participação do cidadão na administração pública, a qual ocorre quando o cidadão, sem interesse individual imediato e tendo como objetivo o interesse comum, buscando algo por vias administrativas ou judiciais.
Garantida pelo principio da participação popular, a democracia participativa brasileira, prevê variadas formas de atuação do cidadão na condução política e administrativa do Estado.
A audiência pública sendo o instrumento do princípio da participação popular é garantia constitucional desta participação, conforme previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal e no Estatuto da Cidade, o que significa dizer que a sua realização é condição de validade para o processo legislativo que tenha por objeto os Planos, Lei de Diretrizes Orçamentárias e Lei do Orçamento Anual.
Fernando do Nascimento Lock
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
NOTA - CONCURSO DE REDAÇÃO

Em virtude de compromissos profissionais do Dr. Paulo Lopo Saraiva, audiência no TRIBUNAL DO JURI EM MOSSORÓ, NESTA SEXTA FEIRA DIA 25/11, fica CONFIRMADO A ENTREGA DE PREMIAÇÃO PARA O DIA 02/12 - SEXTA-FEIRA, AS 10 HORAS NA ESCOLA EST. VICENTE DE FONTES. No DIA DA ENTREGA DA PREMIAÇÃO O Dr. Paulo Lopo Saraiva, Procurador aposentado do Estado do RN, Coordenador do Curso de Direito da FACEP e advogado fará Palestra sobre o tema: EDUCAÇÃO E SAÚDE COMO DIREITOS FUNDAMENTAIS DO CIDADÃO, GARANTIDOS PELA CONSTITUIÇÃO DE 1988.
E agora, quem segura o povo?
Mudanças ocorridas nos últimos 26 anos Em
Em 2002, Luís Inácio Lula da Silva, um trabalhador brasileiro, considerado “analfabeto” por alguns interesseiros, desbancava “alguns inteligentes” e ganhava as eleições como segundo presidente mais votado do mundo. Consegue a reeleição em 2006 e sai em 2010 com mais de 80% de aprovação popular.
Em 2010, Dilma Rousseff sucede Lula e se torna a primeira mulher a assumir a presidência do Brasil. Ainda neste ano, Francisco Everaldo Oliveira Silva (Tiririca), - considerado também “analfabeto” - é eleito deputado federal e segundo mais votado de toda história do Brasil com o slogan – vote Tiririca, pior do que tá não fica – e a pergunta – o que faz um deputado federal? Agora pergunto, caro leitor, isso foi protesto do povo brasileiro ou vontade de saber o que faz um deputado federal?
Em 2011, já conhecíamos a história da queda de Saddam Hussein (do Iraque) em 2003, tomamos conhecimento da captura de Osama Bin Laden (líder da Al-Qaeda) e recentemente vimos Muammar Kadafi (da Líbia) cair, como tantos outros no mundo árabe.
Há algum tempo atrás, Zé Ramalho já cantava – eh! oh! oh! vida de gado, povo marcado eh! povo feliz...
Como Drummond diria: e agora, caro leitor? Você acha que o povo do seu município está feliz?
Quando o povo quer
O povo faz acontecer.
Por Ivanaldo Vieira
sábado, 19 de novembro de 2011
A Luta Contra o Câncer: por novo paradigma
Luiz Antônio Santini. Diretor geral do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Segundo a Organização Mundial da Saúde, o número de novos casos de câncer aumentará de 10 milhões, em 2000, para 15 milhões, em 2020, e 60% ocorrerão nos países em desenvolvimento. Para se ter uma idéia da magnitude desses números, trata-se de um universo de pacientes maior do que o de todas as pessoas infectadas pelo Vírus HIV nos últimos 24 anos. Para o Brasil, em 2006, estima-se a ocorrência de 470 mil novos casos. Apesar da substancial aplicação de recursos federais na assistência oncológica - aumentou cerca de 73% entre 2000 e 2004 -, os resultados alcançados estão muito longe de um patamar nem sequer aceitável. Por exemplo, é intolerável que o câncer do colo do útero - prevenível e curável - seja o segundo de maior incidência e a terceira causa de morte feminina no país.
De acordo com o Pnad/Saúde 2003, do IBGE , cerca de 69% das mulheres com mais de 25 anos de idade informaram já haver realizado exame preventivo para o câncer do colo do útero. Esse desempenho, no entanto, não produziu alteração na tendência da mortalidade, que permanece elevada. Entre as possíveis razões, deve-se considerar a falta de garantia da qualidade dos exames, a falta de acompanhamento das pacientes e a baixa capacidade de mobilização social. Os serviços de assistência oncológica de alta complexidade são ainda insuficientes mas, sobretudo, inadequados e maldistribuídos geograficamente. Pela ausência de cuidados efetivos nos outros níveis da rede de saúde, os tratamentos ocorrem em estágios muito avançados.
Que fazer? Para reduzir a mortalidade, será preciso ampliar o diagnóstico precoce, garantir acesso aos serviços, oferecer procedimentos de qualidade e profissionais bem capacitados. Mas não penas os especialistas, todos os níveis de atenção e todos os profissionais de saúde têm um grau de responsabilidade e de contribuição para esta causa.
O Brasil já possui um nível bastante sofisticado de pesquisas na área oncológica, mas carece de ousadia na incorporação dos resultados ao sistema de saúde. Também é preciso aperfeiçoar o sistema de informação, sobretudo quanto aos tipos de câncer passíveis de rastreamento, para que todos os casos possam ser acompanha dos, de forma que a abordagem correta se dê no momento adequado. As ações de prevenção e detecção precoce precisam superar dificuldades frente aos segmentos da população que, por deficiência de escolaridade e acesso à informação, se mostram refratários às recomendações médicas, tornando-se, assim, duplamente vitimizados.
Parece existir um desequilíbrio entre a dimensão do câncer e sua visibilidade e compreensão na sociedade brasileira. A exclusão desse tema da pauta cotidiana das atenções da atenção básica à saúde, sua compreensão como um desafio exclusivo de especialistas, em muito contribui para o quadro que temos urgência em transformar. Se não é cabível desconsiderar as questões biomédicas ligadas à doença, é indispensável agregar aspectos dos doentes e da sociedade. Em suma, entender o câncer como um problema de saúde pública.
As categorias de análise da saúde pública permitem o ordenamento de fatores científicos e socioeconômicos-culturais na composição de um novo paradigma, que reconheça e enfrente o câncer como um objeto complexo. Nova compreensão da atenção ao câncer possibilita e legitima a participação de novos e diferentes atores e a ampliação das iniciativas possíveis. Trata-se da construção de um método de mediação entre realidades distintas. Trata-se da construção de redes.
Nessa perspectiva, o Instituto Nacional de Câncer - órgão do Ministério da Saúde responsável pelo controle do câncer no Brasil - propõe a estruturação da Rede de Atenção Oncológica . Trata-se de novo contexto para o combate ao câncer, o de promover a integração de diferentes parceiros, governamentais e não-governamentais, na formulação e execução de saberes, ações e serviços. As iniciativas dessa rede se articulam com sub-redes que, entrelaçadas, aproximam os diferentes aspectos da atenção oncológica integral.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
RESULTADO DO CONCURSO DE REDAÇÃO E DESENHOS
DISSERTAÇÃO
ÁLVARO FELIPE AGOSTINHO DA SILVA
ATILANE LACERDA ARAÚJO
AMANDA FONTES RÊGO
CAMILA DINZ FONTES
DENISE KAUANNY
MILLENA LARINY DA SILVA GONÇALVES
MARIA DO SOCORRO SILVA
NARLA HELIA DA COSTA
RAYNARA YNÊS LEITE MAIA
VERA VITORIA MOISES
DESENHOS
ARYSNÁGILO WALDONIER P. SILVA
FLAVIA CAMILA FERREIRA DA SILVA
HELLEN CRISTENE QUEIROZ DO NASCIMENTO
JOAO JOSE DA SILVA NETO
MARCIA MARIA FERNANDES
MAYCON SOARES MAIA
RILLARE ALESSA
TALITA CAVALCANTE DO NASCIMENTO
VITORIA KAYLANE
VITORIA GLENNYS DUARTE
EQUIPE TÉCNICA RESPONSÁVEL PELA CORREÇÃO DOS TRABALHOS
PROF. JOSE ROSAMILTON
PROF. JOCENILTON COSTA
PROFᵃ GILDERLÂNDIA JÁCOME
PROFᵃ SIMONE FONTES
PROFᵃ AUDACLÉCIA JÁCOME
CONS. TUTELAR MANOEL LEMOS
CONS. TUTELAR NILCIMAR FONTES
CONS. RICARDO FONTES
POBREZA POLÍTICA. A pobreza mais intensa da pobreza brasileira.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
CONTROLE SOCIAL ATRAVÉS DOS CONSELHOS MUNICIPAIS

Conselho da Merenda pede que serviço seja investigado pelo MPF
O Conselho solicitou ao Ministério Público Estadual que averiguasse o caso, mas como se trata de um programa federal, a documentação foi direcionada para o MPF que tem competência para investigar o assunto. O grupo espera que seja feita uma análise apurada na papelada que conteria, inclusive, depoimentos de funcionários das escolas que afirmam não receber todos os produtos apontados pela Prefeitura.
De acordo com a presidente do Conselho Municipal da Merenda, Ana Karina Nascimento Moreira Andrade, não é interesse do Conselho prejudicar as escolas, mas cumprir o seu papel de fiscalizar o que lhe compete.
Há dois anos, o recurso da merenda foi bloqueado para o município por falta de prestação de contas e só foi liberado após a Prefeitura encaminhar uma justificativa. De acordo com Ana Karina, as informações que lhe chegaram dão conta de que o dinheiro foi liberado com ressalvas para que os alunos não fossem prejudicados, mas o Executivo deve responder pela falta de informação prestada.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
BANDA DE MÚSICA DE JOSE DA PENHA - UMA HISTÓRIA DE LUTAS, DESAFIOS E VITÓRIAS
sábado, 5 de novembro de 2011
GOVERNADORA ROSALBA, DISCUTE AÇÕES DO BRASIL SEM MISÉRIA PARA O TERRITÓRIO DO ALTO OESTE POTIGUAR.
Nesta quinta-feira, na sede da Governadoria a Governadora Rosalba Ciarlini, acompanhada do Secretário Estadual de Agricultura Deputado Betinho Rosado e o Diretor Preisdente da Emater, recebeu o Delegado do Ministério do Desenvolvimento Agrario no RN, Raimundo Costa, integrantes da Equipe da Delegacia e representantes do Colegiado Territorial da Cidadania Prefeito Marco Aurelio de Riacho da Cruz e Junior Jácome da CODESAOP, para DISCUTIR AS AÇÕES A SER DESENVOLVIDAS PELO PLANO BRASIL SEM MISÉRIA NO TERRITÓRIO DO ALTO OESTE POTIGUAR. Na oportunidade a Governadora disse da importância do Plano, externou sua preocupação com os números da miséria no território do Alto Oeste e RENOVOU O COMPROMISSO de IMPLEMENTAR PARCERIAS COM O GOVERNO FEDERAL PARA A ERRADICAÇÃO DA POBREZA EXTREMA NO RN. Outras reuniões de Trabalho foram agendadas para DETALHAMENTO DAS AÇÕES.

