PARTICIPAÇÃO NO TRIBUNAL DO JÚRI - ESTAGIÁRIO DA PROMOTORIA DE JUSTIÇA DE PAU DOS FERROS/RN-

PARTICIPAÇÃO NO TRIBUNAL DO JÚRI  - ESTAGIÁRIO DA PROMOTORIA DE JUSTIÇA DE PAU DOS FERROS/RN-
A APROVAÇÃO NA SEGUNDA FASE DA OAB CONSOLIDA UM PROCESSO QUE CULMINARÁ COM A CONCLUSÃO DO CURSO EM 2015 E OPORTUNAMENTE EXERCER O EXECÍCIO DA ADVOCACIA.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

CONSELHO MUNICIPAL DO FUMAC E OS PROJETOS DE COMBATE A POBREZA RURAL

Este ano o município de José da Penha recebeu por meio de suas associações comunitárias, através do Programa de Combate a Pobreza Rural, Desenvolvimento Solidário, a implementação de cinco importantes Projetos que buscam melhorar a vida dos pequenos agricultores que residem nas comunidades rurais deste município. Os Projetos aprovados pelo Conselho Municipal do FUMAC buscam contribuir com o desenvolvimento rural do nosso município, como a construção de passagem molhada na estrada que liga a sede do município a comunidade Angicos, uma reivindicação antiga daquela comunidade, pois todos os anos no período das Chuvas só era possível chegar a Jose da Penha pela Vila Major Felipe, aumentando desta forma o percurso em mais de 10 km. A construção do sangradouro do açude Jerimum, pois com o passar dos anos por meio da ação da sangria do mesmo a erosão estava provocando uma baixa considerável em sua capacidade de armazenamento. A recuperação do Açude comunitário da comunidade Boa Vista, o mesmo fora construído na década de 80 pelas frentes de emergência e era responsável pelo abastecimento dagua para o rebanho pecuário da comunidade e com as fortes chuvas do ano de 2004 foi arrombado. Distribuição de 25 matrizes bovinas para pequenos agricultores da comunidade de Angicos, proporcionando desta forma uma oportunidade de melhorar o rebanho dessas famílias. Todas essas ações são resultados da organização e empenho dos representantes das Associações comunitárias organizados no Conselho Municipal do FUMAC.

ENTREGA DE MATRIZES A PEQUENOS AGRICULTORES DE ANGICOS, BARRA-DO-CATOLÉ, CATOLEZINHO E LAGOA SECA




Aquisição de 25 (vinte e cinco) Matrizes Bovinas para comunidade Angicos, através da Associação Comunitária Joaquim Batista Bessa, no Valor de R$ 40.500,00 (Contrapartida da comunidade em espécie no valor de R$ 4.050,00).

CONSTRUÇAO SANGRADOURO AÇUDE JERIMUM


Construção de Passagem Molhada na Comunidade Jerimum, no Sangradouro do Açude Jerimum, através da Associação Comunitária dos Agricultores Familiares do Carro-Quebrado no valor de R$ 26.123,25 (Contrapartida da comunidade em mão-de-obra R$ 2.612,33).

CONSTRUÇÃO PASSAGEM MOLHADA SITIO ANGICOS



Construção de Passagem Molhada na Comunidade Angicos, através da Associação Comunitária dos Agricultores Familiares do Angicos no valor de R$ 47.213,93 (Contrapartida da comunidade em mão- de- obra R$ 4.773,85).

RECUPERAÇÃO AÇUDE BOA VISTA



Recuperação de Açude comunitário na Comunidade Boa Vista, através da Associação Comunitária dos Agricultores Familiares das Flechas e Boa Vista no valor de R$ 33.935,13 (Contrapartida da comunidade em mão- de- obra R$ 3.393,51).

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

O PODER DOS PEQUENOS EMPREENDIMENTOS

O SEBRAE vem contribuindo com o processo de fomento racional dos empreendimentos de pequeno e micro porte, gerando emprego onde vive o cidadão e empreendedor, e não apenas nos grandes centros ou nos pólos já conhecidos. Assim ele vem exercendo a indispensável função de ativar as vocações empresariais pré-existentes, de utilizar os programas de aproveitamento das tecnologias apropriadas, de executar projetos e programas voltados para a criação e manutenção do emprego e da renda, de mobilizar a sociedade em defesa de seus interesses e, finalmente, de educar os próprios empreendedores e trabalhadores.
Diante das sucessivas transformações da macroambiência – política, econômica, social, tecnológica e de gestão – e da urgente necessidade de que todos se adeqüem à era do conhecimento, e de todo necessário e salutar que as instituições, principalmente as de fomento, comecem a trabalhar idéias concretas, compatíveis com as vocações e potencialidades de cada Estado e/ou microrregião e mais coerente com as realidades localizadas.
A proposta básica é a de se voltar mais predominantemente para incentivar o setor produtivo de pequenas comunidades interioranas, com um processo ao mesmo tempo indutivo e educativo, no sentido de fazer com que as lideranças locais, com o apoio de instituições parceiras, entre elas o SEBRAE, se mobilizem e sejam despertadas para algumas riquezas que estão muito próximas ao seu redor. Riquezas que, com pequenos investimentos, podem ser transformadas em empreendimentos, empregos, rendas, salários, impostos etc. Essa é, seguramente, uma forma de fazer com que todos ganhem com:
O despertar de talentos empreendedores potenciais adormecidos.
A manutenção/geração de emprego proporcionando renda e evitando migrações pessoais e familiares.
O crescimento do setor produtivo, fortalecendo o município.
A mudança de postura e de comportamento da comunidade.
A mentalidade voltada para a informação e o conhecimento do seu universo produtivo/fornecedores-empregados-clientes.
As matérias-primas agrícolas, minerais, pastoris e florestais transformadas no próprio município/região, evitando a exportação do produto primário, sem qualquer agregado.
A necessidade do mercado local sendo suprida por micros e pequenos empreendimentos instalados no município e/ou na região que este polariza.
O estímulo e o incentivo à implementação de micros e pequenos empreendimentos no interior e a utilização do potencial dos existentes contribui, não só para a geração de oportunidades de ocupação produtiva nos locais onde as pessoas vivem, como uma melhor distribuição pessoal e espacial da renda, além de trazer uma série de vantagens em relação aos tradicionais modelos de desenvolvimento.
(fonte: SEBRAE)

JUSTIÇA LEEEEEEEEEEEENTA, MAS FUNCIONANDO!

Esta semana o Delegado Regional Dr. Inácio deverá encaminhar ao Ministério Público desta Comarca Inquerito Policial que apura Abuso de Autoridade praticado pelo Cb. Lima, lotado na Delegacia de Jose da Penha. Após ouvir vítima, testemunhas e acusado o mesmo encaminhará o processo a Justiça para que a mesma se pronuncie. JUSTIÇA SEJA FEITA. AGUARDAMOS.
RELEBRANDO O CASO.
No dia 13 de março deste ano, no restaurante do Guiné o Cb. Lima Prendeu o Sr. João Jácome de Brito, João Duba, Agricultor, 67anos, SEM NENHUM MOTIVO QUE JUSTIFICASSE TAL ATITUDE.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

CRIAR PEIXES EM CATIVEIRO

Criar peixe em cativeiro tem potencial de crescimento no Brasil

Para obter o lucro com a aqüicultura ou criação de peixes em cativeiro, a atividade deve estar fundamentada em três pilares: local apropriado para a instalação dos tanques, solo com textura adequada, de preferência argiloso, fontes que possam abastecer o tanque por gravidade e principalmente, água de boa qualidade.

Segundo os pesquisadores da Embrapa Amazônia Ocidental, o sucesso da aqüicultura é a profissionalização da atividade, coisa que já começa a acontecer em algumas regiões brasileiras, principalmente na Amazônia, onde os produtores locais estão investindo e obtendo ótimos retornos nos últimos dez anos.

Além disso, o panorama atual é bastante propício para a aqüicultura, porque já se encontram no mercado todos os insumos necessários para a criação de peixes em cativeiro, como boa disponibilidade de alevinos, indústria de equipamentos, de produtos químicos, calcário, fábricas de ração, além da demanda cada vez maior da população por uma alimentação saudável baseada no consumo de peixes.

O pesquisador da Embrapa Amazônia Ocidental, Roger Crescêncio, orienta os produtores interessados em investir em projetos de piscicultura a verificar se o terreno é propício, certificando-se principalmente quanto à disponibilidade de água suficiente para viabilizar a atividade. “Cada vez mais muitas pessoas trocam atividades agropecuárias pela piscicultura, principalmente pelo lucro que ela propicia quando comparado com outras atividades”, informa Crescêncio. Mas é preciso destacar que o produtor precisa dispor de recursos para iniciar sua atividade de criação de peixes em cativeiro. Por isso é importante contar com a orientação técnica e partir de um planejamento bem feito.

“Uma das etapas importantes é procurar se informar, junto ao órgão estadual de meio-ambiente, que faz o licenciamento ambiental dessa atividade, sobre as maneiras de legalizar o negócio”, afirma Rodrigo Roubach, Gerente de Projetos da Diretoria de Desenvolvimento da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República.
(Redação do Nordeste Rural)